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Texto publicado no site da Associação dos Funcionários do Grupo Santander informa ainda que, durante a reunião, executivos da rede Dasa apresentaram, em linhas gerais, como seria a parceria, que atinge em especial os banespianos residentes no estado de São Paulo, principalmente na capital. São 35 cidades abrangidas pela empresa. Para os demais associados nada mudaria.

Segundo a presidente da Cabesp, a ideia é evitar fraudes, abusos na utilização do plano e reduzir custos (com exames às vezes desnecessários feitos em pronto socorro, que tem valor até três vezes maior).

Foi explicado que, em caso de internação em hospitais que tem laboratórios fora deste rol (caso do Incor, por exemplo), os associados poderiam usar normalmente. Mas aqueles que fazem tratamento contínuo nesses locais teriam que fazer exames em algum dos laboratórios da Dasa.

Segundo a presidente da Cabesp, mais de 70% dos associados já utilizam essa rede para fazer exames e o valor cobrado com a parceria seria de 20% a 30% menor. No entanto, a representação deixou claro que o restante não pode ser obrigado a trocar os locais em que estão acostumados com os serviços, pois isso seria cercear o direito dos associados.

A contraproposta da representação foi celebrar um convênio de preferência com a Dasa, ou seja, aqueles que pedirem sugestão para a Cabesp na indicação de laboratórios ou clínicas receberiam como resposta as opções que a empresa oferece.

Fonte: Contraf-CUT, com Afubesp, Afabesp, Abesprev, SPBancários e demais Sindicatos da Contraf/CUT

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