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#Tsunami13Agosto ficou boa parte do dia em primeiro lugar no Twitter, no Brasil.

A atividade em Londrina teve a participação de aproximadamente 500 pessoas, a maioria estudantes, que percorreram as ruas centrais, passando pelo Terminal de Transporte Coletivo Urbano, até chegar à Concha Acústica, onde foram feitas apresentações culturais.

“É preciso ampliar a pressão contra essa política de retrocessos e impedir o massacre aos trabalhadores com essa reforma da Previdência. São cruéis as mudanças que estão querendo impor nas regras para se aposentar e se não fizermos nada o País vai virar um caos com a ampliação da miséria”, avalia Geraldo Fausto dos Santos (Ceará), diretor da FETEC-CUT/PR (Federação dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito do Paraná).

Unidade contra retrocessos

O presidente da CUT, Vagner Freitas, presente em Brasília, onde participou da sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem à Marcha das Margaridas defendeu a unidade entre estudantes, as mulheres e a Classe Trabalhadora em geral para fortalecer a luta contra os retrocessos promovidos pelo atual governo.

“Se a gente não tiver unidade de movimento não avançaremos nesse momento tão difícil da nossa história. Os estudantes, os movimentos da educação e as mulheres têm sido uma força muito grande nessa transformação. E a Classe Trabalhadora está representada em toda a sua extensão. A unidade é o que nos fortalece”, ressaltou o presidente da CUT.

O presidente da UNE, Iago Montalvão, que esteve na manifestação realizada em São Paulo, criticou os cortes na Educação no Ensino Superior e no Básico que o governo federal vem fazendo.

“Essa manifestação é uma resposta dos estudantes e da sociedade brasileira. Nós queremos uma educação com autonomia e crítica e não uma educação privatizada e censurada como quer esse governo”, afirmou.

O estudante também criticou o “Future-se”, projeto do atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, que quer que empresas privadas financiem o ensino público.

“Querem tirar do Estado o dever de investir nas universidades públicas e obrigá-las a captar dinheiro na iniciativa privada. Isto fará com que as universidades fiquem dependentes das empresas que decidirão o que elas devem produzir. Isto vai prejudicar os estudantes das áreas sociais, pois as empresas vão privilegiar as áreas do mercado financeiro e empresarial”, afirmou Iago, que é estudante de economia da USP (Universidade de São Paulo).

Fonte: CUT Nacional

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