A Pública e Ponte. Na avaliação de Almir Aguiar, essa possibilidade era de fato remota. “O processo na Câmara foi todo de cartas marcadas, sem chances reais de defesa por parte de Renato. Não foi razoável para um parlamento, foi um insulto racista. Eles usurparam o mandato legítimo, mas não conseguirão sufocar sua militância pelos direitos da população negra, das comunidades pobres e de outros injustiçados”, disse Almir.

“Na última eleição para prefeitos e vereadores, muitos negros e negras foram eleitos, na contramão do que pensam grupos fascistas, autoritários, racistas, sexistas e homofóbicos. Vamos avançar nessa política de eleger muito mais. Mesmo em cidades conservadoras como Curitiba, a luta contra o racismo deve ser fortalecida”, completou o secretário.

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Fonte: Contraf-CUT

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