Eleja quem respeita você! Está na hora de tirar os lgbtfóbicos do poder!”, em apoio a candidatos sensíveis à comunidade LGBTQIA+. A iniciativa faz parte da luta da CNTE pela escola pública laica, democrática, de qualidade e livre de LGBTQIAfobia.

Todas as cores

A CNTRV-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Vestuário) colocou no ar o primeiro episódio da série “Nós vestimos todas as cores”, com as entrevistas de Augusta Baêta, mulher trans, e de Gil Santos, homem trans, ambos militantes LGBTQIA+. Ao todo, serão 12 edições, sempre às terças-feiras, às 16h. Acompanhe pelo canal Roupa Colorida no YouTube.

História

O Dia Internacional de Combate à LGBTfobia marca o combate ao preconceito e à discriminação contra pessoas LGBTQIA+ desde 1990, quando a OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou de sua lista de enfermidades o “homossexualismo”. Com a decisão, o termo, enfim, passou a ser classificado como impróprio, pois o sufixo –ismo está associado, na medicina, à designação de uma doença.

Tratava-se se conquista histórica da comunidade LGBTQIA+, que ocorria depois de alguns passos importantes, como a retirada da homossexualidade da lista de distúrbios pela Associação Americana de Psiquiatria em 1973, o que também ocorreu no Brasil em 1985, quando o CFM (Conselho Federal de Medicina) se manifestou após forte pressão do Grupo Gay da Bahia. Porém, a data foi instituída oficialmente no Brasil somente em 2010, por decreto da então presidenta Dilma Rousseff.

Segundo o Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, o Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+ pelo quarto ano consecutivo. O relatório mostra que São Paulo é o estado onde mais ocorrem assassinatos de pessoas LGBTQIA+: foram 42 mortes violentas no ano passado, 29 em 2020 e 21 em 2019. Ao todo, o Observatório relatou 316 assassinatos de pessoas LGBTQIA+ no país em 2021 e 217 em 2020.

Fonte: Contraf-CUT

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