princípios da solidariedade, mutualismo e o pacto intergeracional e a manutenção da cobrança por grupo familiar.

O presidente da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), Sergio Takemoto, destacou a importância da aprovação da proposta. “Um grande avanço nas negociações foi impedir a aplicação das medidas de interesse do banco. A cobrança individual e por faixa etária deixaria o plano inviável para os aposentados. Conseguimos preservar o que existe de mais importante no Saúde Caixa, que são nossas premissas históricas. Sem elas, o Saúde Caixa seria um plano excludente, principalmente para os aposentados, e a viabilidade do plano estaria comprometida”, enfatizou Takemoto. 

A coordenadora da CEE (Comissão Executiva de Empregados), Fabiana Uehara Proscholdt, explicou o que pode acontecer caso a proposta seja rejeitada. “Se a proposta for rejeitada, o que negociamos com a Caixa não valerá mais. Isto significa abrir espaço para que a Caixa implemente um modelo diferente, com o reajuste que ela entende ser necessário, com cobrança por faixa etária e renda, por exemplo, deixando o plano inviável para grande parte dos empregados, principalmente os aposentados”, alertou Fabiana. 

Veja o resumo da proposta, ou, se preferir, leia o boletim especial sobre assunto.

Fonte: Fenae, com edições da Contraf-CUT

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