Em conversa na última sexta-feira (10), após análise do Comando Nacional, foi ratificado que princípios de solidariedade, pacto intergeracional e mutualismo são inegociáveis para o movimento. Os representantes dos empregados rejeitam, ainda, a paridade no custeio, já que a resolução 23 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União) foi revogada com a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo 342/2021, da deputada Erika Kokay (PT/DF).

“Nós sabemos que existe, com toda razão, uma ansiedade dos empregados sobre a situação do Saúde Caixa a partir de 2022. O debate está sendo feito com todo o cuidado e responsabilidade que o assunto exige. Defendemos a manutenção do 70/30. Tivemos importantes progressos nas tratativas, mas ainda temos luta com o limite imposto de 6,5% da folha de pagamentos previsto no estatuto da Caixa”, destacou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa.

Fonte: Fenae

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