banco negou o cancelamento das 427 demissões realizadas até o momento e a suspensão de qualquer desligamento até 31 de dezembro.

“Foi uma reunião rápida, com negativa para todas as nossas reivindicações. Estamos abertos a novas negociações nas quais podemos achar caminhos diferentes das demissões. Não podemos permitir tamanho desrespeito do banco com os funcionários que fizeram tanto por ele durante essa pandemia”, declarou Magaly.

Quando cobrado sobre o compromisso assumido no início da pandemia do coronavírus (Covid-19), o banco disse que as condições iam até maio e que os “ajustes” são por conta da restruturação. O movimento sindical discorda e garante que era até o final da pandemia, que ainda não acabou.

Por isso, na próxima terça-feira (13), os funcionários do banco devem se juntar ao movimento sindical no tuitaço contra as demissões, a partir das 11h, com as hashtags #BradescoNãoDemita #BradescoPenseNoFuturo.

“Eles fazem campanha falando que estão se preparando para o futuro, mas se esquecem de pensar no futuro das famílias que estão desabrigando neste momento”, finalizou a coordenadora da COE Bradesco.

Fonte: Contraf-CUT

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