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solicitação feita pela Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e demais entidades de representação dos funcionários e funcionárias, agendando reunião para a quarta-feira (25/09) com o objetivo de discutir pedido de prorrogação do Memorando de Entendimentos da Cassi.
Foram solicitados esclarecimentos sobre a resposta dada pelo banco ao pedido de prorrogação do Memorando de Entendimentos, firmado em 2016 e com validade até dezembro de 2019. O memorando garante o aporte extraordinário de cerca de R$ 500 milhões por ano ao Plano Associados da Cassi, sendo 60% deste valor de responsabilidade do banco e outros 40% de responsabilidade dos associados. O banco negou a prorrogação do aporte extraordinário a partir de janeiro de 2020.
Além de rejeitar a prorrogação do Memorando, o banco ainda fez uma ameaça. Segundo a carta-resposta, os recursos previstos na proposta para sustentabilidade da Cassi (não aprovada pelos associados em maio deste ano) podem não estar mais disponíveis até o final do ano. O banco alegou ainda que eventuais negociações sobre a Cassi só serão possíveis nos parâmetros da proposta de maio.
“Queremos saber quais são os limites e as premissas citadas na resposta do banco e se este aceitará, ou não, a reabertura de negociações”, disse o coordenador da CEBB(Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil), João  Fukunaga.

Laurito Lira Filho, diretor do Sindicato de Londrina, afirma que a retomada da negociação com as entidades é um sinal de que a campanha em defesa da Cassi está surtindo efeitos.

Estão sendo realizadas diversas atividades em todo o País, vamos entregar ao banco no dia 28 milhares de assinaturas no documento que destaca a importância da Cassi e agora, apesar de estar agendada reunião para construir uma proposta de consenso, somente com uma grande mobilização vamos conseguir os avanços pretendidos nas negociações”, avalia.

Fonte: Contraf-CUT

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